Júlio Bessa Vintém 21 h · 🫣 A SOCIALISTA, ANA GOMES, DECLARA GUERRA CONTRA DONALD TRUMP! 😲 Mais uma grande chatice!!!
Pelos seus argumentos e raciocínios, enquanto comentarista da SIC, assim como alguns dos seus camaradas comentadores de sentinela nas tvs ocidentais, como o cabo José e o seu assistente, a socialista, Ana Gomes, também declarou guerra contra Donald Trump, sem precaver as consequências, porque no seu entender, Trump é putinista, ou seja, amigo de Putin, o grande, aquele que o ocidente fascista quer fazer rastejar-se de joelhos nas ruas de todas as suas cidades, a começar de Lisboa, porque ousado que quer invadir e ocupar toda a Europa, e quiçá, os EUA também.
Assim, com base nesse único argumento, Ana Gomes transformou a sua batalha contra Putin numa causa nobre, para não se dizer socialista, em que tudo serve de justificação, inclusive, a sua participação directa na desobediência civil organizada pela CIA, também chamada Revolução da Dignidade, que teve início em Kiev, capital da Ucrânia, a partir de violentas manifestações de protesto, conhecidas como Euromaidan, contra o governo do presidente eleito, Viktor Yanukovych, não se sabendo a mando de quem e em exército de qual função, já que ela não é cidadã da Ucrânia, mas sim portuguesa.
Desobediência que está na base da subida ao poder dos nazistas ucranianos que têm como líder histórico, o grande sócio de Hitler, o ultra nacionalista, Stepan BANDERA, sanguinário que só em 1942/43 assassinou mais de 100 mil judeus e abriu corredor na Ucrânia que permitiu a entrada do exército de Hitler na Rússia durante a II Guerra Mundial, cujas consequências é do domínio público. A mesma anarquia pública que está na origem da guerra de destruição que estamos presenciando na Ucrânia desde 2014, omitida pela “comentarista” Ana Gomes, de Fevereiro de 2014 a 22/2/22, sabe-se lá o porquê.
Ou seja, é dessa comentarista socialista, defensora do nazismo ucraniano, inimiga do povo russo por motivos inconfessáveis, Ana Gomes, de que se trata.
A mesma Ana Gomes que agora resolveu declarar guerra a Donald Trump, tal como explicada por ela à SIC.
Por isso, salvo o devido respeito, acredita-se que a comentarista Ana Gomes deve uma explicação a todos sobre essa sua “participação” na revolução Maidan em 2014; o Batalhão AZOV; o genocídio praticado pelos seus camaradas nazistas em Donbass de 2014 a 22/2/22, sobretudo, dos cerca de um milhão de ucranianos já mortos na Ucrânia na sequência da revolução Maidan, em vez de declarar guerra a Donald Trump, democraticamente eleito Presidente dos EUA, porque mais uma guerra perdida por ela, tal como a da Ucrânia.
Ou então, falar de brincos, vestidos, cremes, perfumes, relógio de marca, culinária, etc. Mas não de política e geopolítica, porquanto, pelas suas próprias palavras e argumentos, deixa transparecer que não percebe dessas matérias, revelando-se uma “analista”que em vez de analisar, toma partido a favor de um dos lados do todo, ignorando o todo, dando razão aos seus adversários políticos que acham que ela é “tendenciosa” — que não consegue colocar o seu pêndulo da mente no centro, para poder ver tudo, para não se dizer manipulada. Tal como a comunicação social colaboracionista está hoje por culpa própria, não por culpa do Twitter, muito menos de Trump e Putin.
Como muitos já estão a defender, reclamando de todos uma grande vaia contra ela, de Norte a Sul, de Leste a Oeste, já que nos quer tratar por bambu inerte que não pensa, por si só, uma grande falta de respeito.
Provavelmente, porque ela deve ter lido o livro, “COMO MORREM AS DEMOCRACIAS”, encomendado por Joe Biden e Barak Obama, visando a eliminação de Trump do cenário político americano, usando todos os meios possíveis e imaginários. Tal como ficou provado agora nas eleições americanas de 5 de Novembro.
Ou então, disse o que disse à SIC, porque não sabe o que disse e porque a disse.
Isto é, porque não sabe quem é Trump, quem é Kamala, quem é Joe Biden, muito menos quem é Putin, falando deles por intuição e ouvir dizer. Isto é, de manifesta má-fé.
Pelas suas palavras, fica a ideia de que sequer percebeu que o voto dos americanos na eleição do dia 5 de Novembro não foi só contra a apagada Kamala HARRIS, mas também contra o fascista Joe Biden e a sua desastrosa política nos últimos 4 anos, a máfia política, a mentira, a desinformação, a guerra, o genocídio, o tráfico humano, a fome e a miséria no mundo, e a morte da democracia ensaiada por falsos profetas da democracia, de 2020 a esta parte, não lhe ficando nada bem, estar a querer passar certificado de ignorância ao eleitorado americano, posicionando-se como mais americana que os próprios americanos que elegeram Trump de modo categórico como Presidente dos EUA.
Aliás, não é por acaso que houve, pelo menos, duas tentativas de assassinato de Trump durante a campanha eleitoral. Tudo na linha do proposto no livro acima referido.
Também não é por simples descuido que a Dona Ana ignora tudo que são casos e factos, e sustenta as suas teses em afirmações bombásticas, desinformação, preconceito ideológico e impressões infundadas, desqualificado-a como comentarista isenta.
Para dizer, portanto, que a Dona Ana é uma dos comentaristas cujos comentários ninguém deve recomendar a ninguém, já que expor-se às suas teses, é estar a pactuar-se com fantadmagorias, desinformação e desrespeito à própria pessoa.
O que quer dizer que se ela deixou órfãos os seus 167 mil seguidores no Twitter, prestou um grande serviço a esses seus seguidores, já que deixaram de ser desinformados por ela.
Tenho dito.
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Riso
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Jose Monteiro
A cabeça da donAna deve estar transformada numa betoneira, tantos foram os cargos( (funções é outra conversa!), tantos os postigos por onde espreitou, que só a Wikipédia consegue manter em movimento! Que alivio vão sentir os tais seguidores da demagoga que seguiram, ainda não descobriram porquê, tal como ela não conseguiu perceber como o Trump ganhou as eleições lá do outro lado do Atlântico! Mas vai perceber, tal como nós iremos! Ainda não percebeu como se encontrou ao lado dos Banderistas do Azov em 2014 no Euromaidan, se calhar ao lado e de braço dado com Vitória Nuland, agora na reforma!
O MRPP e o Arnaldo, o grande educador, foi a sua grande escola que não deixou de frequentar, mesmo quando estava com os pés noutros terrenos!
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