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UM CONTERRANEO DE SANTA COMBA...


VAMOS TENTAR NÃO DIZER POUCO, ESCREVENDO MUITO!
ESTE CIDADÃO PORTUGUÊS, ANTÓNIO JOAQUIM LOPES, QUE NÃO CONHEÇO, DEVE TER-SE DISTINGUIDO NO ESTRANGEIRO EM QUALQUER METIER QUE NÃO SOUBE AINDA! NATURAL DE SANTA COMBA, VILA NOVA DE FOZ COA! A FOTO FOI COPIADA DA CRONOLOGIA DE UM AMIGO Didier Borrego, e aqui trazido para novos pormenores, se os conseguir!
Um abraço, conterrâneo da outra margem do Côa! Uma pequena picardia para o rio que pariu as Gravuras Rupestres: em Castelo Melhor não o tratávamos por Rio Côa, apenas se dizia, vamos à Côa lavar os covijões ou as peças de cama mais pesadas! Ah, e o linho, quem o cultivava, era na Côa que afogava durante uma semana ou mais, para depois levar uma tareia com a "massa" para lhe partir a casca não fibrosa, e em seguida ripado, atado em meadas, fiado e dobado e depois tecido: o mais grosseiro. a que chamávamos estopa era mais usado para fazer sacas ou toldos para várias aplicações e o mais apurado era para fazer os requintados lençóis e toalhas de linho, só para gente rica! Eu, ainda cheguei a dormir em lençol de estopa; recordo que ao principio era um abrasivo que não agradava muito, mas hoje, os ricos SPA's, poupavam algumas massagens se os passassem a usar!
Para que não fique esquecido: as sementes do linho, dão a tal linhaça, usadas para tratar de dores e fazer os emplastros que trata as coisas dos pulmões! As papas de linhaça não sei como eram nem para que serviam!
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António Joaquim Lopes nasceu e viveu a sua infância na aldeia de Santa Comba, em Vila Nova de Foz Côa. É de origem de uma família pobre e, por essa razão, fo...

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