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Luísa Vinuesa 17 de abril às 18:46 · Eis Pravyy Sektor, uma das várias organizações neofascistas actuantes na Ucrânia.

 

Eis Pravyy Sektor, uma das várias organizações neofascistas actuantes na Ucrânia. Na qualidade de democrata, não posso ficar indiferente a uma realidade que rejeito e combati durante a ditadura fascista em Portugal.
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    • Luísa Vinuesa
      João obrigada, as fotos que postei resultam de uma pesquisa que fiz e já tinha visto estes símbolos, o da direita vem mesmo a matar, mal disfarçada que está a suática.
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    • João Oliveira
      Os dois simblos eram utilizados pelos Nazis, a cruz em Z é o brasão dos SS
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    • Luísa Vinuesa
      João com o cruzamento entre esses 2 símbolos, estes senhores cada vez me parecem mais sinistros...
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    • João Oliveira
      Eu tenho alguns amigos Ukranianos, poreiros, mas são eles mesmos a dizer que na Ukrania está tudo podre, corrupção governa a fundo... (mesmo em Portugal não sei como anda mas desde há 20 anos que a mafia Ukraniana começou a controlar tudo por aí... )
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  • Paulo Alves
    Na qualidade de democrata, ofereço-lhe mais para o seu combate.
    Pode ser uma imagem de mapa e texto
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    • Luísa Vinuesa
      Paulo revoltante e injusto! Obrigada pela sua contribuição nesta página.
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  • Rogerio Rodrigues Ferreira
    Isto é que é a Ucrânia?
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  • Francisco Niny de Castro
    Apoia a invasão russa?
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    • Luísa Vinuesa
      Obviamente não apoio a invasão russa... mas na qualidade de democrata tenho o direito de apresentar a realidade dos factos sobre a ocorrência da presença e participação activa de grupos neonazis na guerra, o que aliás se reporta, voltando atrás à presença e prominência que desenvolveram activamente na conflito civil ucraniano (2014-2022), tendo como base a questão central da autonomia de dois territórios separatistas de maioria russa e com raizes histórico-culturais russas: o território do Donbass). Voltando à sua questão: "apoia a invasão russa"? respondo-lhe com outra questão: "apoia a invasão espanhola?" naturalmente que é uma questão retórica no quadro politico actual. Mas pese embora essa verdade, não esqueçamos que a Restauração, em 1640, veio reafirmar a vocação separatista de Portugal (de vero, com início em 1140) do restante território da península ibérica. Em 1640, a independência foi autoproclamada (unilateralmente), e Portugal esteve em guerra com a Espanha durante 28 anos até que esta reconheceu oficialmente a legitimidade da independência portuguesa, em 1668. A História dá-nos grandes lições!
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